Polímeros biodegradáveis

Você já ouviu falar da Bioespuma? Ela é um composto biodegradável que foi elaborado para substituir o isopor.
A obtenção da Bioespuma é feita a partir do óleo de mamona. O processo consiste em uma síntese que envolve reações químicas entre o óleo de mamona e amido, reações que são denominadas de esterificações. Veja o esquema de obtenção da Bioespuma e o seu processo de deterioração:
 


Observe que os produtos finais do processo de Biodegradação são: água (H2O) + gás carbônico (CO2).

O isopor por sua vez, possui desvantagens por ser derivado do petróleo, que é um recurso não renovável e, além disso, não é biodegradável, o que significa que pode levar anos para se decompor na natureza.

A deterioração da espuma é mais rápida, o tempo estimado é de oito meses a um ano para que desapareça completamente do meio ambiente. A ação da luz e do calor acelera a degradação da Bioespuma, fato este que explica porque no verão a decomposição é mais rápida (mais ou menos três meses).

Além de ser biodegradável, a Bioespuma é segura em caso de incêndios, pois não é tóxica e nem propaga chamas.

Por Líria Alves
Graduada em Química

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

SOUZA, Líria Alves de. "Polímeros biodegradáveis"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/polimeros-biodegradaveis.htm. Acesso em 27 de abril de 2024.

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